domingo, 13 de novembro de 2011

Lês Flôleuses

Elas são vulgares, charmosas, friorentas.
Elas são quentes, amenas, quebradiças, saciadoras,
Elas são frágeis, dóceis, hábeis.
Elas são promessas e carícias
Elas são amáveis, gentis, indispensáveis
Elas são maternáis, carnais
Elas são múltiplas, sensíveis, jogadoras, flexíveis,
Elas são constantes, tocantes, grandiosas,
ardentes, charmosas, desconcertantes!
Elas são doce quando tocadas ou quando estão assustadas

Elas são bonitas quando se encontram,
Quando elas procuram, tremem,
Elas são suspeita, suspiro, arrepio,pele macia, sorriso,
Elas são inquietas, preocupantes, extremas, exóticas,
Penosas, calmas, prejudiciais, sensíveis...
Elas são charmosas, que desarmam, que me custam as lágrimas,
Elas tem voz de veludo, elas......todos os desvios
Elas são corças ou gazelas, .....essenciais
Elas são coragem ou ...
Elas são musas eternas ou esposas infiéis,
Elas são esguias e depois gordas, as curvas delas que ..
Elas são contadas em histórias e fábulas noturnas
Elas são do tipo a se acreditar...

segunda-feira, 27 de junho de 2011

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"Ela virá, a Revolução conquistará à todos o direito não só do pão, mas também  o da poesia"
Leon Trostky

Bom dia..

Simples assim, como qualquer manhã, quero acordar com sorrisos na maioria dos dias.
Essa manhã no trbalho me reserva varias coisas péssimas, como ficar aqui sentada até a noite e as reuniões da CPE..mas é só mais um dia! Ensolarado, de sono, no ônibus, conversando com Berilo apaixonado pela sua distante paulista e eu contando "o dia". Esse dia não terá sinônimo, não terá falhas corrigidas nem cerimônia, não terá tamanho galanteio é só mais um dia; perparação para o dia seguinte. são todos os dias e quando não são viram antíntese de alguma coisa. Quando não faz sou, não reclamo por acordar, não pego o ônibus ou não vejo o Berilo virá mais um dia avesso, mas ainda sim rotineiro.. como qualquer dia que eu gostaria de transformar em uma vida vulgar.

( essa hora da manhã a 22°c você não podia esperar mais nada!)

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Beirut - postcards from italy

Filme

Sinto um chamado à fidelidade nas escritas da Odalisca, mas também faz muito tempo que realmente não faço nada de que tenha me lembrado que resultou em instantes de prazer(e escrever é um deles). Filmes por exemplo, até cinema, não sei quando fui ou o que vi, dançar ir a praia, acho que são tantos focos que esqueço do mais importante.. viver para conquista-los!
Nos Ultimos dias sinto falta de tudo, mas nada ao mesmo tempo. Consegui fazer das minhas leituras e da minha pressa o que quis. Consegui ler incondicionalmente e dar atenção ao meu chefe sem problemas, mais parece que tudo isso, outrora essenciais, de nada me servem agora!
 Mas servem, eu sei que que alguma forma. Talvez eu consiga, nesse viés fazer outro vestibular e mudar de curso, consiga ter coragem de voltar e encenar; no entanto parece que tudo é curto demais para planejar e longo demais para arriscar. Não sei onde está a minha raiva pela filosofia nesses momentos, a Odalisca vai crescendo e aderindo a coisas por ela detestáveis, como Figado. Parece um filme, não sei se é um curta ainda, mas acho que preciso assisti-lo em qualquer banca próxima, um filme daqueles que gosto, com olhares, coisas pequenas em cena, perecendo que não existe mais nada, só o ator e seus gestos.(mais um texto sem conclusão)

terça-feira, 10 de maio de 2011

fatos

Entre tantos fatos ocorridos, sinto o ardor de minha fraqueza, imaturidade e vontade de aprender escolhendo. São tantas cercas, tantas formas de resistir e de cair em tentação. A tentação.. eu sempre fico a mercé, nunca sou forte o suficiente, mas acho que as vezes não é força, é vontade. Posso garantir com todas as palavras que caí outra vez no mais truculento dos braços.
Não sei qual a sina ou idiotice mesmo que me leva a tamanha burrice de chorar de dor sem nehuma gota de prazer. Eu sabia o que buscava e não exigia nada além do que não foi me dado.. as gotas do prazer. Acho que fui renegada, de tanto querer, quis demais. Exigi além das capacidades de um homem qualquer. eu sei que não sou fiel nas vindas cotidianas da odalisca, mas quando eu a procurei para ser mulher fria vi que não existia. Eu estou bem, me sinto apaixonada não sei se por mim de fato ou pelo POR, mas em sinto mais viva, mais madura sem saber ainda o que são as tais gotas que me levariam a uma outra posição. Não há odalisca fria, não preciso aprender a fingir.
Na noite, me senti fatiada, tanto desejo, tanta provocação para ouvir absurdos maliciosos e suportar tentativas de um outro prazer. Eu me sinto em fatos, no baralho, mas não jogados de toda maneira, apenas fatos que não são fardos mas uma tentativa de tais gotas não necessariamente fatiadas, não frias nem inocentes.

Eu espero com sinceridade ganhar uma cachoeira..