sexta-feira, 3 de junho de 2011

Filme

Sinto um chamado à fidelidade nas escritas da Odalisca, mas também faz muito tempo que realmente não faço nada de que tenha me lembrado que resultou em instantes de prazer(e escrever é um deles). Filmes por exemplo, até cinema, não sei quando fui ou o que vi, dançar ir a praia, acho que são tantos focos que esqueço do mais importante.. viver para conquista-los!
Nos Ultimos dias sinto falta de tudo, mas nada ao mesmo tempo. Consegui fazer das minhas leituras e da minha pressa o que quis. Consegui ler incondicionalmente e dar atenção ao meu chefe sem problemas, mais parece que tudo isso, outrora essenciais, de nada me servem agora!
 Mas servem, eu sei que que alguma forma. Talvez eu consiga, nesse viés fazer outro vestibular e mudar de curso, consiga ter coragem de voltar e encenar; no entanto parece que tudo é curto demais para planejar e longo demais para arriscar. Não sei onde está a minha raiva pela filosofia nesses momentos, a Odalisca vai crescendo e aderindo a coisas por ela detestáveis, como Figado. Parece um filme, não sei se é um curta ainda, mas acho que preciso assisti-lo em qualquer banca próxima, um filme daqueles que gosto, com olhares, coisas pequenas em cena, perecendo que não existe mais nada, só o ator e seus gestos.(mais um texto sem conclusão)

terça-feira, 10 de maio de 2011

fatos

Entre tantos fatos ocorridos, sinto o ardor de minha fraqueza, imaturidade e vontade de aprender escolhendo. São tantas cercas, tantas formas de resistir e de cair em tentação. A tentação.. eu sempre fico a mercé, nunca sou forte o suficiente, mas acho que as vezes não é força, é vontade. Posso garantir com todas as palavras que caí outra vez no mais truculento dos braços.
Não sei qual a sina ou idiotice mesmo que me leva a tamanha burrice de chorar de dor sem nehuma gota de prazer. Eu sabia o que buscava e não exigia nada além do que não foi me dado.. as gotas do prazer. Acho que fui renegada, de tanto querer, quis demais. Exigi além das capacidades de um homem qualquer. eu sei que não sou fiel nas vindas cotidianas da odalisca, mas quando eu a procurei para ser mulher fria vi que não existia. Eu estou bem, me sinto apaixonada não sei se por mim de fato ou pelo POR, mas em sinto mais viva, mais madura sem saber ainda o que são as tais gotas que me levariam a uma outra posição. Não há odalisca fria, não preciso aprender a fingir.
Na noite, me senti fatiada, tanto desejo, tanta provocação para ouvir absurdos maliciosos e suportar tentativas de um outro prazer. Eu me sinto em fatos, no baralho, mas não jogados de toda maneira, apenas fatos que não são fardos mas uma tentativa de tais gotas não necessariamente fatiadas, não frias nem inocentes.

Eu espero com sinceridade ganhar uma cachoeira..

sábado, 16 de abril de 2011

resposta

Nossas... O quanto tentações destroem minha gramática! Que infelicidade ter que me redimir dos escritos intimos em nome da lingua portuguesa sem algumas vogais. Desculpe caro (raro) visitante, a emoção me faz de vogais e de censo. Em algumas situações me sinto até monosilábica, e isto até é mais interessante de que o vento das palavras com letras deixadas pra outra ocasião, até mais pensada.
Agora a noite, na casa de tia, deixo um beijo enorme para minha familia pequeno burguesa com valores banais "corrompidos pelos sentimento religioso de posse".
Depois da chateação com amanda, agora me sinto mais boba e sozinha com meus risos galantes!

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Tentações de Feriado



eu, em minha vida triste acadêmica me inscrevi em um seminário no feriadão, normal, até contando com minha escasses e absitinência, no entanto
para contemplar e fazer juz a minha felicidade de sorte me aprece a proposta de passar o feiradão numa cama maravilhosa..(apesar da companhia não ser a das melhores) alíii estaria por fim meu caos probatório.
"a se sesse", vou me lamentar pela viagem, tentar ser mais resistente a minha pobre carninha.
mas eu poderia té ir na praia bronzear a outra metade do meu biquine, poderia ler, ir para o sitio Mas .. nãao! Me pergunto por onde anda minha inteligência prazerosa no momento.

nalguma lembrança

Lembrança de um conto

Uma vez a noite, imaginei o Lelo e vi o quanto eu desperdiçava meu tempo, fazendo valores sem valor. Me jogando em piadas para me sentir envolvida com algo para mulheres apaixonantes, me encaixar como todo mundo, ter alguém para gostar e falar de aventuras, e não ouvir mais comentários sobre minha personalidade e a minha condicional de relacionamentos. Eu escrevi isso tentando ver o mais claro possível e não mais criar situações de encontros à derivas. AA Chico Buarque ..

Quantas vezes te pedi socorro em reuniões para mim desnecessárias cheias de sacrifícios só para ter aqueles olhos curvos apontados para mim, atentos Nas falações e votando com a pelegada, sem maturidade política; Para mim não importava, ele podia, com aqueles olhos meio claro meio escuro perdido.

Mas eu sou tão dura com essas coisas, até em um conto para o Lelo escrevi após uma longa reunião “não dava apenas para arrancar meu coração, em qualquer momento não premeditado, assim .. pá supetão, para que ele não reagisse, atira-lo e assim ele amaria qualquer pessoa, mas nunca mais me envolveria numa paixão”; até sinto falta daquela sensação que foi quando acordei para o dia seguinte deixando claro minha falta de coragem e as tentativas de reuniões políticas desnecessárias.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

tarefas

estou tão farta de tarefas, disciplinas obrigatórias que me fartam de um falso moralismo. Não nego a vontade e a prática do nudismo como tarefa, nem as falações só para irritar o PSTU; mas tenho tantas outras tarefas, como não esquecer de lavar o rosto todos os dias para não esquecer de deixar tudo o que sonhei para mais tarde se nunca deixar pra trás. Penso em Ramon quando fala que eu nunca terei dinheiro para deixar fazer o que quero, então é melhor fazer agora e o quanto eu sou grande para caber num pensamento tão pequeno e profissional.
Eu estou tão feliz Ramon, sempre que lembro o quanto você me arrastou e o quanto sou encorajada para dizer que eu não vou ser tão feliz distante da minha casa amarela e das peças de Rua.
Contando com o nudismo e viagens em encenações.