Eu nunca tive muita coragem de escrever um diário, até surgir uma pequena disposição e a facilitade de uma falsa Odalisca.
terça-feira, 28 de setembro de 2010
..suflixo
é sobre milhares de coisas que acontecem e me despedaçam, mas é incrivel eu sempre estou ali,tão bonita(e tome narciso).
mas é que acredito na beleza das coisas...ai passei no teste do asas, um grande espetáculo da cidade,ai, ai, ai...estudando e amando
terça-feira, 13 de julho de 2010
.. desejos

Ando tão à flor da pele, um tanto desejosa e até introspectiva. ando fazendo milhares de coisas sem desejo algum de fazê-las de fato, isso é muito ruim, ainda mais para uma pessoa que exalta tanto a liberdade. pobre odalisca, se perdendo em seus discursos.
agora, me encontro estudado muito é uma das poucas coisas que me dá prazer, acho que sei qual o problema, ao contrário do que meu padrasto fala, não é carência e falta de amor, mas obrigações.
Tudo que preenche minha rotina são obrigações, pior eu as escolhi para serem hobbis, apenas isso fui deixando as coisas me consumirem sem me darem resultados que pudessem deixar em equilibrio. Dividida, esta é a palavra certa. Procuro seguir insistos de prazer e acabo presa pelos mesmo..
"tão feliz quanto os felizes'' obrigada pelo carinho, pelo afeto, pelas amizades, pelo namorado sempre esqueço de agradecer; coisas que tenho tanto desejo, tão poucas
segunda-feira, 5 de julho de 2010
novas ideias
http://www.beirutband.com/
e tantas atividades mas continuo tão confusa quanto antes.
Grandes Odaliscas, não mudam renascem.
Leitura nas férias

Nessas férias voltei para casa.. para a odalisca.
Fazendo uma análise de praxe, vi o quanto as coisas evoluiram e quando se tornam as vezes, estagnadas. Então, nesse mês de férias resolvi fazer uma leitura de tudo o que aconteceu, de todas as letras que engoli nas postagens antigas e tudo o que está acontecendo comigo agora.
Bem, a odalisca ainda anda meio confusa, mas agora ela chegou a uma conclusão.. deixar as coisas se explicarem por si, chega de tentar calar o natural com explicações corretas comprovadas! Me entreguei(estou tentando) à simplicidade do existir e sentir. Minha frase quando acordo? apenas viva!
De manhã as vezes me levo com o zach ou seixas não faz tanta diferença quando se quer apenas deixar de ser um corpo alí.voltando a falar em leitura..haja livros
>>um comunista em minha vida ;)
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
FUNÇÃO DA UNIVERSIDADE E ALGUMAS REALIDADES...
(este texto deu muuuuito trabalho pra ser pesquisado e elaborado por favor leiam)
As universidades existem basicamente por 3 motivos:
1-motivar alunos a criar pensamentos críticos,
2-realizar pesquisas científicas a serviço da extensão à comunidade,
3direcionar seus alunos ao mercado de trabalho,especifico de cada curso.
Os 2 primeiros motivos são efetuados de forma até segmática por algumas instituições,no entanto,a expressiva maioria delas tem por motivo direcionar seus alunos APENAS ao mercado de trabalho,tal conceito distorce a motivação do pensamento crítico.
A sustentação do discurso de que a função da universidade,é apenas "encaminhar pessoas a uma profissão" se dá por parte daqueles que manipulam todo um sistema que defende a tese da "busca do lucro",que nessa incessante sede, quer apenas preparar técnicos e cientistas para servir(e não questionar e raciocinar) aos seus negócios;pagos a preço de mercado,uma legião de senhores e senhoras titulados e aptos a defender a permanência do sistema do alto de seus títulos
no sistema atual, fervorosamente capitalista,a universidade não forma quadros capazes de promover transformação social
E eis o grande problema...
A universidade está sujeita a toda manipulação que não quer ser questionada,daí temos a formação se uma sistema fraudulento que impõe
.É importante ressaltar que,o topo do conhecimento é aquele que nos permita decifrar enigmas sociais que temos,o nosso papel na sociedade,e não nos deixamos guiar por conhecimentos efêmeros
Por fim,a universidade pode ensinar muiito,pode nos dar uma diversidade de conhecimentos técnicos e científicos,mas ela não nos doará tudo,precisamos buscar além,verdades políticas além do campus,pois é essa sua função,formar pessoas críticas,aptas a conhecer,questionar e superar a ordem econômica pra uma realmente social.
ajuda bibliográfica:
ROCHA,Givan-O pulo do gato
(texto em zine-debates,tese e afins
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
existindo

as vezes eu penso mesmo...
em quase tudo ou até tudo mesmo,
penso que não dou tanto amor quanto devia,
que um dia todos vão embora,
penso"e meus filhos..?"
penso o quanto doi a paciência oriental em prática
penso no fim,nos começos
nos traços e garranchos que já fiz.
eu penso no chão,nos passos de balé
pois acredito que onde sempre há vida,
não penso em gritos ou buzinas,penso apenas nos pássaros,
no boatido de asas de alguma maripoza..penso e tento existir
grande menina,pequena mulher

tenho que párar de querer segurar as coisas,ou ter medo de escreva-las,
teva com medo..
as antigas postagens são tão bonitinhas,e se eu não escrevesse tão profundamente como antes,no começo..
este é o problema,no começo tudo é belo,profundo e aparentemente durável,porém o que dá realmente durabilidade ou beleza é o tempo..até o desgaste,é o que passou
isso faz as coisas serem realmente durável: o tempo que passa.o tempo faz as coisas ficarem profundas ou esquecidas, o tempo cura ou mata e ele é as consequencias da escolhas
eu póderia escrever:AMANHÃ APAIXONE-SE ou qualquer coisa tal melodramática que sempre falo para as pessoas valorizarem mais a vida,pela paixão nós valorizamos quase tudo o tempo,a voz,a roupa e assim vai;já na atividade de desapaixonar tudo largamos e esperamos as coisas esfriarem
engraçado,a paixão faz as coisas iguais serem diferentes,já a despaixão faz tudo ficar igual,só nos os des que não temos sorte,ai vem o medo das coisas apaixonantes,então prefirimos tudo rápido,prontinho e bem..."cabum''
as coiasas não são tão rápidas,não são tão duráveis nem são tão belas
não vou ter mais medo de escrever,pois as palavras fluem e se encontram e me dão prazer
nada eterno paixão,beleza,blog..ou até sejam quando alguém lé e interpreta uma arte.